Twilio e Branded House lançam relatório “O Futuro das Marcas Brasileiras em 2026”
O conteúdo destaca tendências, desafios e comportamentos importantes para o mercado nacional neste ano
O novo relatório da Branded House, produzido com apoio da Twilio e intitulado “O Futuro das Marcas Brasileiras em 2026”, destaca diversos aspectos relevantes para auxiliar as marcas em seu relacionamento com o público em um ano de intensa competição por atenção e confiança.

O relatório inclui 10 tendências importantes para o mercado. Dentre as tendências mencionadas, 3 se destacam:
• A “tempestade perfeita”: aborda a questão de ser um ano em que nossa atenção está fortemente voltada para um esporte (futebol), para macrotendências em torno de questões sociopolíticas e para o desenvolvimento exponencial da IA. Nesse cenário, temos um debate muito voltado para o sentimento de pertencimento, o clássico “nós contra eles”. As marcas não precisam tomar partido, mas também não podem ser indiferentes. Esta é uma leitura pragmática do que acontece quando eventos de massa intensificam a emoção coletiva e, ao mesmo tempo, a tecnologia torna a fabricação de narrativas barata. Por isso, este será um ano para testar a capacidade de manter a confiança do consumidor sob pressão. Não se trata de ruído, mas de coerência;
• A brasilidade como método: a brasilidade começa a funcionar como um método quando deixa de ser decoração e se torna um critério de decisão. Isso representa uma mudança de maturidade. A marca brasileira competitiva em 2026 não é aquela que “parece brasileira” nas campanhas, mas sim aquela que funciona melhor no Brasil, compreendendo o país em suas nuances. O Brasil é plural, contraditório, criativo, exigente, rápido em julgar a inconsistência e generoso com aqueles que dizem a verdade;
• Tecnologia híbrida: esta é uma tese sobre dignidade em escala. A máquina deve fazer o que faz de melhor, aumentando a velocidade e a consistência. Os humanos devem estar presentes onde a marca é verdadeiramente testada, o que acontece com mais frequência em conflitos, em momentos de ambiguidade e naqueles que despertam emoções e exigem responsabilidade. A IA deve estar na infraestrutura, aumentando a eficiência. Os humanos permitirão o crescimento sem erosão da reputação.
Em suma, 2026 não é um ano em que as marcas devam se concentrar em ajustes finos, pois serão altamente testadas na entrega de confiança e consistência, bem como na coragem de se engajar com os consumidores. O conteúdo indica que este é um ano de grandes emoções, muito ruído na comunicação e um aumento exponencial na velocidade com que as informações são compartilhadas.
Para as marcas hoje, isso significa que é necessário ser cada vez mais reconhecível, consistente e útil para o consumidor. Aqui, a tecnologia é a infraestrutura básica, e o ponto central é a construção e a manutenção de relacionamentos com os consumidores, especialmente considerando as especificidades culturais.
Os brasileiros têm sua própria maneira de lidar com períodos complexos, improvisando com responsabilidade, sendo flexíveis, porém comprometidos com a entrega e focados em problemas práticos. As marcas precisam olhar para o Brasil de uma forma complexa e profunda, alinhando-se às diferenças regionais, garantindo uma segmentação atrelada à cultura nacional em seus detalhes, algo que torne essa segmentação e esse relacionamento mais autênticos.
É necessário compreender o que motiva diferentes lugares, entender as diferentes formas de linguagem, rituais, etc. A ideia é abraçar a cultura local como uma forma mais autêntica de ser relevante. “A cultura brasileira não é um bloco único, mas um mosaico”, parafraseando o documento, “e quando uma marca se aproxima disso, ganha densidade, autenticidade e não precisa impor uma persona ao consumidor”.
“As marcas se tornam essenciais na vida dos clientes porque se entrelaçam com a sua cultura. A ideia é tentar replicar a sensação de que a marca se conecta com você como indivíduo, semelhante ao que percebemos quando nos lembramos de alguns anúncios antigos que marcaram nossa infância. É um sentimento de pertencimento, de algo que fala especialmente a cada pessoa. E apesar de toda a tecnologia disponível, é a relação humana que precisa estar no centro de tudo”, comenta José Eduardo Ferreira, Vice-Presidente da Twilio para a América Latina.
*Para mais informações, confira o relatório completo disponível em: Branded House.
Texto original: Sing