Agentes de IA exigem estratégia antes de código
A adoção acelerada de agentes de inteligência artificial no ambiente corporativo tem levado empresas de diversos setores a optar pelo desenvolvimento interno de suas próprias soluções, impulsionadas pela busca por diferenciação competitiva, eficiência operacional e maior controle estratégico sobre dados e jornadas digitais.
No entanto, segundo a Sinch, líder global em comunicação conversacional, a decisão de construir ou escolher um agente de IA sem considerar profundamente a arquitetura de comunicação, a governança de dados e a infraestrutura necessária para escalar operações pode transformar um projeto concebido para gerar vantagem competitiva em uma fonte relevante de risco operacional, regulatório e reputacional.
“Embora a implementação de modelos de IA generativa e frameworks de agentes seja tecnicamente cada vez mais acessível, o verdadeiro desafio não está na criação do agente em si, mas na integração estruturada desse agente aos sistemas críticos da organização, como CRM, plataformas transacionais, bases de dados estruturadas, sistemas legados e camadas de compliance, pois é essa integração que determina se a IA será capaz de executar ações com segurança, manter coerência entre canais e sustentar jornadas completas sem fricções que comprometam a experiência do cliente e a eficiência do negócio”, afirma Fábio Costa, diretor sênior de inteligência artificial da Sinch.
Texto original: Dfreire