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Muitos fatores influenciam no avanço dos negócios de audioconferência

Brasileiros revelam mudança de hábito na maneira de realizar encontros de negócios e utilizam mais e melhor os recursos de telefonia; empresa nacional prestadora de serviços em audioconferência cresce 100% em 2001 Os avanços registrados na parque nacional de telecomunicações nos últimos anos, somados à insegurança das grandes cidades, fizeram brotar no Brasil um novo e promissor segmento de mercado: o de serviços em audioconferência. Esta modalidade permite a realização de reuniões por telefone, envolvendo grupos formados por centenas de pessoas, a partir de vários lugares do mundo - e vem crescendo a passos largos no País.

A audioconferência é realizada exclusivamente por telefone e pode ser viabilizada rapidamente. Seus participantes podem falar de qualquer lugar do mundo onde haja um aparelho de telefone - celular, hotel, telefone público etc. Nos Estados Unidos, os negócios de audioconferência movimentam bilhões de dólares anualmente. No Brasil, ainda não há parâmetros que permitam dimensionar esse mercado. Contudo, uma empresa nacional que oferece serviços na área, a Conference Call do Brasil, estima crescimento de 100% este ano.

Criada há dois anos pelos executivos Christopher Potter e Steven Woolf, ambos de origem britânica, a empresa já mantém carteira da ordem de 300 clientes cadastrados - metade disso em franca atividade. Warner Lambert, Varig, Tendências Consultoria; grandes bancos e outras multinacionais são alguns deles.

Potter, um dos sócios, destaca o avanço dos recursos em telecomunicações no Brasil, em períodos recentes, e as estatísticas de criminalidade, como principais fatores que influenciam o aumento da demanda por operações de audioconferência nos grandes centros, principalmente na capital paulista. “O número de seqüestros e até a banalização desse crime; os assaltos nos semáforos e a própria sensação de insegurança estão levando as pessoas a mudar seus hábitos, e isso se reflete de modo intenso no mundo dos negócios”, acredita o executivo.

Segundo Potter, os negócios em audioconferência ainda crescem devido à política de redução de custos empreendida hoje na maioria das empresas, que estão cortando custos de viagens, hospedagem e alimentação, por exemplo. “A soma desses fatores está levando as pessoas a usar mais e melhor os recursos de telefonia, dentro dos quais a audioconferência”, salienta.

Steven Woolf, o outro sócio da Conference Call do Brasil, é enfático ao ressaltar a melhora de qualidade dos sistemas de telecomunicações para a viabilidade e crescimento de seu negócio. Há dois anos, ele suava para conseguir o aporte de 30 linhas telefônicas analógicas. Hoje, a empresa mantém um módulo de última geração, capaz de abrigar 180 linhas pelo sistema digital.

“Essa evolução resultou na oferta de novos benefícios a clientes, como custos mais competitivos e recursos que ajudaram a elevar a qualidade do serviço de audioconferência”, diz Woolf. “Podemos realizar uma reunião, com dezenas de participantes, utilizando um número mínimo de linhas do cliente, evitando o estrangulamento de sua central”, exemplifica.

Perguntado sobre o impacto do atentado terrorista de 11 de setembro último nos negócios de audioconferência, Potter adianta que houve aumento das reuniões internacionais por telefone, mas ressalta que o crescimento da Conference Call do Brasil se deve a operações “domésticas”, ou seja, dentro do território nacional. “No entanto, a preocupação das organizações com a segurança de seus funcionários tende a elevar a demanda também por eventos externos”, avalia Potter. “Quem conhece os benefícios da audioconferência ajuda a divulgá-la e esse efeito ‘bola de neve’ está elevando o índice de utilização do serviço tanto dentro como fora do Brasil”, complementa.

O serviço da Conference Call do Brasil tem custo fixo de R$ 0,58 por minuto, para cada ligação normal recebida numa reunião, na versão “Meet Me” - chamadas geradas pelos participantes. Para as reuniões “Dial Out” - chamadas feitas a partir da Ccall do Brasil -, a tarifa varia de acordo com a localidade onde se encontrem os participantes. Os recursos do sistema permitem, por exemplo, que cada pessoa possa entrar ou sair do ‘encontro’ a qualquer momento. “Não é possível alguém entrar numa reunião sem que antes os demais participantes sejam avisados, por meio de um sinal sonoro”, explica Woolf.

Segundo os sócios da empresa, um comparativo entre as dimensões continentais do Brasil e as de outros países, estimulam novas projeções de avanço na demanda pelo serviço de audioconferência no território nacional. “Uma viagem de São Paulo a Manaus consome pelo menos seis horas, entre deslocamentos a aeroportos e o tempo de vôo, enquanto na Europa vários países podem ser percorridos de carro e trem, com menores custos e tempo”, compara Potter. “A necessidade de as empresas otimizar custos e obter ganhos em competitividade influenciará continuamente no aumento de negócios em audioconferência por aqui”, emenda Woolf, otimista.

Mais informações sobre os serviços da Conference Call do Brasil podem ser obtidas pelo telefone: (11) 4613-4544. Na Internet: www.ccall.com.br

Os avanços registrados na parque nacional de telecomunicações nos últimos anos, somados à insegurança das grandes cidades, fizeram brotar no Brasil um novo e promissor segmento de mercado: o de serviços em audioconferência. Esta modalidade permite a realização de reuniões por telefone, envolvendo grupos formados por centenas de pessoas, a partir de vários lugares do mundo - e vem crescendo a passos largos no País.

A audioconferência é realizada exclusivamente por telefone e pode ser viabilizada rapidamente. Seus participantes podem falar de qualquer lugar do mundo onde haja um aparelho de telefone - celular, hotel, telefone público etc. Nos Estados Unidos, os negócios de audioconferência movimentam bilhões de dólares anualmente. No Brasil, ainda não há parâmetros que permitam dimensionar esse mercado. Contudo, uma empresa nacional que oferece serviços na área, a Conference Call do Brasil, estima crescimento de 100% este ano.

Criada há dois anos pelos executivos Christopher Potter e Steven Woolf, ambos de origem britânica, a empresa já mantém carteira da ordem de 300 clientes cadastrados - metade disso em franca atividade. Warner Lambert, Varig, Tendências Consultoria; grandes bancos e outras multinacionais são alguns deles.

Potter, um dos sócios, destaca o avanço dos recursos em telecomunicações no Brasil, em períodos recentes, e as estatísticas de criminalidade, como principais fatores que influenciam o aumento da demanda por operações de audioconferência nos grandes centros, principalmente na capital paulista. “O número de seqüestros e até a banalização desse crime; os assaltos nos semáforos e a própria sensação de insegurança estão levando as pessoas a mudar seus hábitos, e isso se reflete de modo intenso no mundo dos negócios”, acredita o executivo.

Segundo Potter, os negócios em audioconferência ainda crescem devido à política de redução de custos empreendida hoje na maioria das empresas, que estão cortando custos de viagens, hospedagem e alimentação, por exemplo. “A soma desses fatores está levando as pessoas a usar mais e melhor os recursos de telefonia, dentro dos quais a audioconferência”, salienta.

Steven Woolf, o outro sócio da Conference Call do Brasil, é enfático ao ressaltar a melhora de qualidade dos sistemas de telecomunicações para a viabilidade e crescimento de seu negócio. Há dois anos, ele suava para conseguir o aporte de 30 linhas telefônicas analógicas. Hoje, a empresa mantém um módulo de última geração, capaz de abrigar 180 linhas pelo sistema digital.

“Essa evolução resultou na oferta de novos benefícios a clientes, como custos mais competitivos e recursos que ajudaram a elevar a qualidade do serviço de audioconferência”, diz Woolf. “Podemos realizar uma reunião, com dezenas de participantes, utilizando um número mínimo de linhas do cliente, evitando o estrangulamento de sua central”, exemplifica.

Perguntado sobre o impacto do atentado terrorista de 11 de setembro último nos negócios de audioconferência, Potter adianta que houve aumento das reuniões internacionais por telefone, mas ressalta que o crescimento da Conference Call do Brasil se deve a operações “domésticas”, ou seja, dentro do território nacional. “No entanto, a preocupação das organizações com a segurança de seus funcionários tende a elevar a demanda também por eventos externos”, avalia Potter. “Quem conhece os benefícios da audioconferência ajuda a divulgá-la e esse efeito ‘bola de neve’ está elevando o índice de utilização do serviço tanto dentro como fora do Brasil”, complementa.

O serviço da Conference Call do Brasil tem custo fixo de R$ 0,58 por minuto, para cada ligação normal recebida numa reunião, na versão “Meet Me” - chamadas geradas pelos participantes. Para as reuniões “Dial Out” - chamadas feitas a partir da Ccall do Brasil -, a tarifa varia de acordo com a localidade onde se encontrem os participantes. Os recursos do sistema permitem, por exemplo, que cada pessoa possa entrar ou sair do ‘encontro’ a qualquer momento. “Não é possível alguém entrar numa reunião sem que antes os demais participantes sejam avisados, por meio de um sinal sonoro”, explica Woolf.

Segundo os sócios da empresa, um comparativo entre as dimensões continentais do Brasil e as de outros países, estimulam novas projeções de avanço na demanda pelo serviço de audioconferência no território nacional. “Uma viagem de São Paulo a Manaus consome pelo menos seis horas, entre deslocamentos a aeroportos e o tempo de vôo, enquanto na Europa vários países podem ser percorridos de carro e trem, com menores custos e tempo”, compara Potter. “A necessidade de as empresas otimizar custos e obter ganhos em competitividade influenciará continuamente no aumento de negócios em audioconferência por aqui”, emenda Woolf, otimista.

Mais informações sobre os serviços da Conference Call do Brasil podem ser obtidas pelo telefone: (11) 4613-4544. Na Internet: www.ccall.com.br

Em: 27/09/2006



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