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Segmento de manufatura é dos que mais prometem investir em TI em 2002

Setor vai responder por US$ 2,9 bilhões de todo o movimento do mercado nacional de TI, que vai fechar o ano com mais de US$ 14 bilhões Ao contrário da maioria das especulações do mercado brasileiro, que projetou para o segmento de manufatura um 2001 desastroso por causa da crise energética, este setor conseguiu sobrepujar-se às dificuldades com bem poucos arranhões. A ordem de reduzir custos prevaleceu e funcionou, com 24% das empresas postergando seus investimentos em TI para 2002.

De acordo com o estudo Manufacture Segment Investments Perspectives, 2002, da IDC Brasil, em que foram analisadas cerca de 120 grandes empresas do setor, as prioridades neste ano são os investimentos em segurança, ERP, infra-estrutura de rede e comércio eletrônico. Já nos relacionamentos de negócios, a determinação está em entender mais os respectivos clientes e ampliar a integração com os fornecedores e com o canal de distribuição, partindo daí a prioridade também por soluções de CRM.

Segundo foi apurado, 32% das empresas já adotaram o comércio eletrônico. A IDC estima que este número aumente para 51% até o final deste ano, o que justifica a preocupação pelas soluções citadas. “Já que estamos falando em implementar algum modelo de eCommerce, fica óbvia a preocupação por soluções de segurança e infra-estrutura da rede física”, diz Karen Bitran, analista sênior de mercado. E sobre ERP, ela observa que o segmento de manufatura tem um dos índices mais altos de consumo. “Mesmo assim, vão continuar investindo em novos módulos”.

Em TI, os maiores aportes serão provenientes da indústria petroquímica, que por causa da abertura do mercado para os setores de óleo e gás está com várias empresas vindo para o país. Em seguida, vem a indústria farmacêutica, que em plena guerra com os produtos genéricos está tendo de trabalhar com margens menores, portando, partindo para uma briga mais bem armada.

Por outro lado, o segmento de manufatura discreta não pretende aumentar seus investimentos. A indústria automobilística, por exemplo, que é a maior deste setor, passou no ano passado por momentos bem complicados devido às crises, sendo prejudicada tanto pela cotação do dólar quanto pelo sumiço dos consumidores.

Quem realmente vai diminuir seus fundos para tecnologia em 2002 será o setor de bens de capital, pois vivenciaram um 2001 muito bom, com a área de geradores tendo muita demanda graças ao racionamento de energia, e aproveitaram bem o período para investir nas empresas nacionais e fortalecer seus parques de hardware e software.

Karen explica que, apesar do vislumbre de investimentos ao longo de 2002, há de se considerar que a cautela sempre fez parte do negócio e que a ordem é apertar os cintos a qualquer retração do mercado. “Mesmo com as previsões otimistas,  nenhum setor em manufatura está com planos super agressivos. Com 11% das empresas analisadas admitindo que tiveram de reduzir a mão-de-obra, vão continuar trabalhando em cima de processos de automatização com comedimento”.

Ao contrário da maioria das especulações do mercado brasileiro, que projetou para o segmento de manufatura um 2001 desastroso por causa da crise energética, este setor conseguiu sobrepujar-se às dificuldades com bem poucos arranhões. A ordem de reduzir custos prevaleceu e funcionou, com 24% das empresas postergando seus investimentos em TI para 2002.

De acordo com o estudo Manufacture Segment Investments Perspectives, 2002, da IDC Brasil, em que foram analisadas cerca de 120 grandes empresas do setor, as prioridades neste ano são os investimentos em segurança, ERP, infra-estrutura de rede e comércio eletrônico. Já nos relacionamentos de negócios, a determinação está em entender mais os respectivos clientes e ampliar a integração com os fornecedores e com o canal de distribuição, partindo daí a prioridade também por soluções de CRM.

Segundo foi apurado, 32% das empresas já adotaram o comércio eletrônico. A IDC estima que este número aumente para 51% até o final deste ano, o que justifica a preocupação pelas soluções citadas. “Já que estamos falando em implementar algum modelo de eCommerce, fica óbvia a preocupação por soluções de segurança e infra-estrutura da rede física”, diz Karen Bitran, analista sênior de mercado. E sobre ERP, ela observa que o segmento de manufatura tem um dos índices mais altos de consumo. “Mesmo assim, vão continuar investindo em novos módulos”.

Em TI, os maiores aportes serão provenientes da indústria petroquímica, que por causa da abertura do mercado para os setores de óleo e gás está com várias empresas vindo para o país. Em seguida, vem a indústria farmacêutica, que em plena guerra com os produtos genéricos está tendo de trabalhar com margens menores, portando, partindo para uma briga mais bem armada.

Por outro lado, o segmento de manufatura discreta não pretende aumentar seus investimentos. A indústria automobilística, por exemplo, que é a maior deste setor, passou no ano passado por momentos bem complicados devido às crises, sendo prejudicada tanto pela cotação do dólar quanto pelo sumiço dos consumidores.

Quem realmente vai diminuir seus fundos para tecnologia em 2002 será o setor de bens de capital, pois vivenciaram um 2001 muito bom, com a área de geradores tendo muita demanda graças ao racionamento de energia, e aproveitaram bem o período para investir nas empresas nacionais e fortalecer seus parques de hardware e software.

Karen explica que, apesar do vislumbre de investimentos ao longo de 2002, há de se considerar que a cautela sempre fez parte do negócio e que a ordem é apertar os cintos a qualquer retração do mercado. “Mesmo com as previsões otimistas,  nenhum setor em manufatura está com planos super agressivos. Com 11% das empresas analisadas admitindo que tiveram de reduzir a mão-de-obra, vão continuar trabalhando em cima de processos de automatização com comedimento”.

Em: 27/09/2006



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