ISSN: 1678-4006
Banner Rigel full 2

Sexta-Feira, 18 de Janeiro de 2019, 15:35:56


 
 BENCHMARK
 CALL CENTER BRASIL
 CASES/PREMIAÇÕES
 EXECUTIVOS
 INTERNET/REDES SOCIAIS
 MARKETING E MERCADO
 MOBILIÁRIO CORPORATIVO
 OPORTUNIDADES
 PESQUISA DE MERCADO
 PRODUTOS E SERVIÇOS
 PROMOÇÕES
 PUBLICAÇÕES
 RECURSOS HUMANOS
 SAÚDE
 TECNOLOGIA TI/TIC
 TREINAMENTO


 
PUBLICIDADE

 

 

 


 
 

 
Notícias

Segmento de manufatura é dos que mais prometem investir em TI em 2002

Setor vai responder por US$ 2,9 bilhões de todo o movimento do mercado nacional de TI, que vai fechar o ano com mais de US$ 14 bilhões Ao contrário da maioria das especulações do mercado brasileiro, que projetou para o segmento de manufatura um 2001 desastroso por causa da crise energética, este setor conseguiu sobrepujar-se às dificuldades com bem poucos arranhões. A ordem de reduzir custos prevaleceu e funcionou, com 24% das empresas postergando seus investimentos em TI para 2002.

De acordo com o estudo Manufacture Segment Investments Perspectives, 2002, da IDC Brasil, em que foram analisadas cerca de 120 grandes empresas do setor, as prioridades neste ano são os investimentos em segurança, ERP, infra-estrutura de rede e comércio eletrônico. Já nos relacionamentos de negócios, a determinação está em entender mais os respectivos clientes e ampliar a integração com os fornecedores e com o canal de distribuição, partindo daí a prioridade também por soluções de CRM.

Segundo foi apurado, 32% das empresas já adotaram o comércio eletrônico. A IDC estima que este número aumente para 51% até o final deste ano, o que justifica a preocupação pelas soluções citadas. “Já que estamos falando em implementar algum modelo de eCommerce, fica óbvia a preocupação por soluções de segurança e infra-estrutura da rede física”, diz Karen Bitran, analista sênior de mercado. E sobre ERP, ela observa que o segmento de manufatura tem um dos índices mais altos de consumo. “Mesmo assim, vão continuar investindo em novos módulos”.

Em TI, os maiores aportes serão provenientes da indústria petroquímica, que por causa da abertura do mercado para os setores de óleo e gás está com várias empresas vindo para o país. Em seguida, vem a indústria farmacêutica, que em plena guerra com os produtos genéricos está tendo de trabalhar com margens menores, portando, partindo para uma briga mais bem armada.

Por outro lado, o segmento de manufatura discreta não pretende aumentar seus investimentos. A indústria automobilística, por exemplo, que é a maior deste setor, passou no ano passado por momentos bem complicados devido às crises, sendo prejudicada tanto pela cotação do dólar quanto pelo sumiço dos consumidores.

Quem realmente vai diminuir seus fundos para tecnologia em 2002 será o setor de bens de capital, pois vivenciaram um 2001 muito bom, com a área de geradores tendo muita demanda graças ao racionamento de energia, e aproveitaram bem o período para investir nas empresas nacionais e fortalecer seus parques de hardware e software.

Karen explica que, apesar do vislumbre de investimentos ao longo de 2002, há de se considerar que a cautela sempre fez parte do negócio e que a ordem é apertar os cintos a qualquer retração do mercado. “Mesmo com as previsões otimistas,  nenhum setor em manufatura está com planos super agressivos. Com 11% das empresas analisadas admitindo que tiveram de reduzir a mão-de-obra, vão continuar trabalhando em cima de processos de automatização com comedimento”.

Ao contrário da maioria das especulações do mercado brasileiro, que projetou para o segmento de manufatura um 2001 desastroso por causa da crise energética, este setor conseguiu sobrepujar-se às dificuldades com bem poucos arranhões. A ordem de reduzir custos prevaleceu e funcionou, com 24% das empresas postergando seus investimentos em TI para 2002.

De acordo com o estudo Manufacture Segment Investments Perspectives, 2002, da IDC Brasil, em que foram analisadas cerca de 120 grandes empresas do setor, as prioridades neste ano são os investimentos em segurança, ERP, infra-estrutura de rede e comércio eletrônico. Já nos relacionamentos de negócios, a determinação está em entender mais os respectivos clientes e ampliar a integração com os fornecedores e com o canal de distribuição, partindo daí a prioridade também por soluções de CRM.

Segundo foi apurado, 32% das empresas já adotaram o comércio eletrônico. A IDC estima que este número aumente para 51% até o final deste ano, o que justifica a preocupação pelas soluções citadas. “Já que estamos falando em implementar algum modelo de eCommerce, fica óbvia a preocupação por soluções de segurança e infra-estrutura da rede física”, diz Karen Bitran, analista sênior de mercado. E sobre ERP, ela observa que o segmento de manufatura tem um dos índices mais altos de consumo. “Mesmo assim, vão continuar investindo em novos módulos”.

Em TI, os maiores aportes serão provenientes da indústria petroquímica, que por causa da abertura do mercado para os setores de óleo e gás está com várias empresas vindo para o país. Em seguida, vem a indústria farmacêutica, que em plena guerra com os produtos genéricos está tendo de trabalhar com margens menores, portando, partindo para uma briga mais bem armada.

Por outro lado, o segmento de manufatura discreta não pretende aumentar seus investimentos. A indústria automobilística, por exemplo, que é a maior deste setor, passou no ano passado por momentos bem complicados devido às crises, sendo prejudicada tanto pela cotação do dólar quanto pelo sumiço dos consumidores.

Quem realmente vai diminuir seus fundos para tecnologia em 2002 será o setor de bens de capital, pois vivenciaram um 2001 muito bom, com a área de geradores tendo muita demanda graças ao racionamento de energia, e aproveitaram bem o período para investir nas empresas nacionais e fortalecer seus parques de hardware e software.

Karen explica que, apesar do vislumbre de investimentos ao longo de 2002, há de se considerar que a cautela sempre fez parte do negócio e que a ordem é apertar os cintos a qualquer retração do mercado. “Mesmo com as previsões otimistas,  nenhum setor em manufatura está com planos super agressivos. Com 11% das empresas analisadas admitindo que tiveram de reduzir a mão-de-obra, vão continuar trabalhando em cima de processos de automatização com comedimento”.

Em: 27/09/2006



:: MAIS RECENTES

  • [17/01/2019] Liq automatiza processos de atendimento com solução de RPA da Nice
  • [17/01/2019] Saúde 4.0: Como o uso da tecnologia torna o setor mais eficiente ao acompanhar a jornada do paciente
  • [17/01/2019] Trend Micro IoT Security 2.0 aprimora a proteção do usuário final e a reputação dos fabricantes de dispositivos
  • [17/01/2019] DB1 Global Software cresce 41% e fatura 41,2 milhões em 2018
  • [17/01/2019] Algar Telecom amplia atuação no segmento de micro e pequenas empresas
  • [16/01/2019] MicroStrategy usa décadas de expertise e atuação exclusiva em analytics para elevar inteligência corporativa a um novo nível
  • [16/01/2019] Atento anuncia cerca de 2,5 mil oportunidades de emprego em estados do Sudeste
  • [16/01/2019] Grupo Viamar cresce 300% em captação de novos leads com solução de CRM e aumenta o número de agendamentos na oficina
  • [15/01/2019] Estudo da Gemalto revela que quase metade das empresas ainda não consegue detectar violações em dispositivos IoT
  • [15/01/2019] Tecnologia brasileira utilizada em agências bancárias está pronta para atender o varejo em 2019

  •  
    VAGAS

      

    VAGAS

    CURRÍCULOS

    Banner Rigel Botão Branco

    Banner Guia Botão

    Banner Kinderen

    Banner Call To Call sistema

    CallToCall Terceirização

    CallToCall Cursos


    Se desejar enviar esta página para um amigo, clique no botão abaixo:


     GUIA ONLINE  |  BANNERS  |  ÉTICA  |  GLOSSÁRIO   |  RESPONSABILIDADE SOCIAL  |   QUEM SOMOS  |  CLIQUE MAIS 

    Sistema Call To Call - 11 5579-0341

    Website criado por interAmplitude