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Notícias

IDC Brasil analisa grau de adoção de ferramentas de Business Intelligence nas empresas

A pesquisa fornece uma amostra dos aspectos e tendências do uso de ferramentas de análise corporativa, que ainda enfrentam resistências na implementação

O estudo foi realizado através de entrevistas com executivos de TI de cerca de 250 empresas de diferentes portes e setores da economia, entre finanças, setor público, indústria, comércio, serviços, comunicações e outros.

Vale destacar que para os propósitos desta pesquisa, designou-se o termo às aplicações que desempenham papel de extração e análise de informações à disposição de uma empresa, e que podem ajudar na tomada de decisões estratégicas, como os softwares de End-User Query and Reporting Applications; Online Analytical Processing Applications (OLAP); Executive Information System (EIS); Data Warehousing/Data Marts; e Data Mining.

Questionados sobre o estágio atual de implementação destas ferramentas em suas companhias, apenas 12% dos entrevistados responderam que já utilizam efetivamente pelo menos uma das aplicações. Apesar de parecer pouco, na visão da IDC este é um percentual significativo. "Se analisarmos que para uma empresa adotar uma solução de BI é necessário que já tenha uma infra-estrutura consolidada, com suas informações já dispostas no sistema por meio de um ERP por exemplo, então vemos este número crescer de importância", diz Denis Gaia, analista de mercado.

Dentro deste percentual, a aplicação de EIS é a mais utilizada, fato que pode ser explicado por esta ferramenta ser geralmente manuseada por altos executivos, que em sua maioria não detêm conhecimentos técnicos para operar sistemas complicados, mas precisam ter acesso e analisar o banco de dados de suas empresas atrás de informações estratégicas. Neste caso, o EIS tem a interface mais amigável entre todas as aplicações de BI. E mesmo Data Warehousing sendo o software que mais pede investimentos em infra-estrutura, portanto o de mais alto custo, ficou com o segundo lugar na preferência.

O setor de comunicação, dentro desta amostra, foi o maior consumidor de BI em 2001, graças às empresas de telecomunicações, que continuam suplantando as de mídia  e publicidade nos investimentos em tecnologia da informação. Em segundo lugar, finanças, mercado que é visto como conservador, mas muitas vezes pioneiro. Em BI, este segmento aplicou seus investimentos em ferramentas para beneficiar seus usuários finais. Manufatura, em 3º, também seguiu a regra de investir em tecnologia e, conseqüentemente, em soluções de BI, porém, segundo Gaia, ainda não enxerga todos os benefícios que pode aplicar com tais ferramentas, como utilizá-las para enxugar gastos de produção.

Sobre o modo de implantação, ou seja, como as empresas adquirem estes softwares, a maioria garantiu que optou pela compra integrada, com várias soluções de BI provenientes de um único fornecedor. Neste ponto, a grande surpresa foi que 26% afirmaram desenvolver suas próprias ferramentas de BI. "Eles aproveitam os recursos do Excel ou do Access para fazer cruzamentos de dados e estatísticas e denominam isso de business intelligence, achando até satisfatório, o que comprova o desconhecimento dos principais benefícios das soluções de BI", diz o analista.

Aos entrevistados restantes, que responderam não ter nenhuma aplicação de BI em suas empresas, perguntou-se então quais pretendiam investir nestas soluções: a maior parte afirmou que pretende fazê-lo até o final de 2002. Mas seguindo a tendência mundial, identificada por uma pesquisa da IDC Corp., um percentual expressivo já planeja implementar o software OLAP, que vem ganhando o espaço do EIS e do Data Mining, por já estar muito mais amigável, não exigir altos investimentos para sua aplicação e ainda agregar as funções destes dois últimos, já modelando e traçando relações.

Dos que não pretendem investir em BI, uma boa parcela diz que não vê justificativas para tal, pois ainda estão preocupados em adquirir soluções que lhe tragam retorno imediato, como ERP e CRM, por exemplo. Mas há muitos que admitem não conseguir ver as vantagens do BI ou ainda estão em estágio de estudo para a adoção de pelo menos uma das ferramentas.

O segmento de comércio, por exemplo, é uma das áreas que mais pode ser beneficiada por estas aplicações. A baixa adoção observada nesta pesquisa leva a crer que este segmento é de difícil penetração. Entretanto, as diferenças substanciais no porte das empresas do comércio devem ser levadas em conta já que a maior parte é constituída por pequenas e médias empresas e, portanto, não possuem recursos para investir numa aplicação. Porém, a maioria reconhece que um sistema de informações para mapear o comportamento dos seus clientes pode alavancar suas vendas.

Finalmente, perguntados sobre o mind share das empresas de BI, a curiosidade é que 9% dos pesquisados citaram pequenos fornecedores que não constavam da lista apresentada. Para a IDC Brasil este é um nível alto, pois são pouquíssimos vendors, mesmo entre os maiores, que atingem um percentual em mind share acima de 10%, o que sinaliza uma ótima oportunidade para as pequenas empresas que oferecem em seu portifólio estas ferramentas de análise corporativa mostrar os benefícios dos seus produtos.

"A maioria dos fornecedores de tecnologia tem como foco inicial as grandes empresas, atrás de vendas com maior volume e retorno. Mas, aí está uma situação em que um pequeno fornecedor, com uma solução simples e com custo de igual proporção, pode atingir uma boa fatia do mercado das pequenas e médias empresas", observa Gaia.

De acordo com esta pesquisa da IDC, os desenvolvedores de soluções específicas podem apresentar um melhor desempenho comparativamente a outros mercados. A recomendação é que, tanto os fornecedores de pacotes integrados quanto os de soluções específicas, realcem a funcionalidade e os benefícios de suas ferramentas.

"É muito importante que direcionem seus esforços em segmentos com campanhas que ressaltem casos de sucesso com as ferramentas de Business Intelligence, dentro de segmentos específicos, pois apesar de as empresas que já utilizam BI o fazerem pela oportunidade de conquistar uma melhor eficiência em seus negócios e na comunicação com o cliente, não conseguem ainda visualizar o potencial destas ferramentas para gerar vendas cross-selling e up-sellling", comenta Gaia.

Sobre a IDC Brasil
A IDC Brasil é subsidiária da International Data Corporation - IDC, líder mundial na elaboração de estudos de mercado e análises táticas e estratégicas para as indústrias de Tecnologia da Informação, telecomunicações e Internet. No Brasil, a IDC está presente desde 1990, tendo iniciado suas operações na condição de subsidiária em 1995.

O estudo foi realizado através de entrevistas com executivos de TI de cerca de 250 empresas de diferentes portes e setores da economia, entre finanças, setor público, indústria, comércio, serviços, comunicações e outros.

Vale destacar que para os propósitos desta pesquisa, designou-se o termo às aplicações que desempenham papel de extração e análise de informações à disposição de uma empresa, e que podem ajudar na tomada de decisões estratégicas, como os softwares de End-User Query and Reporting Applications; Online Analytical Processing Applications (OLAP); Executive Information System (EIS); Data Warehousing/Data Marts; e Data Mining.

Questionados sobre o estágio atual de implementação destas ferramentas em suas companhias, apenas 12% dos entrevistados responderam que já utilizam efetivamente pelo menos uma das aplicações. Apesar de parecer pouco, na visão da IDC este é um percentual significativo. "Se analisarmos que para uma empresa adotar uma solução de BI é necessário que já tenha uma infra-estrutura consolidada, com suas informações já dispostas no sistema por meio de um ERP por exemplo, então vemos este número crescer de importância", diz Denis Gaia, analista de mercado.

Dentro deste percentual, a aplicação de EIS é a mais utilizada, fato que pode ser explicado por esta ferramenta ser geralmente manuseada por altos executivos, que em sua maioria não detêm conhecimentos técnicos para operar sistemas complicados, mas precisam ter acesso e analisar o banco de dados de suas empresas atrás de informações estratégicas. Neste caso, o EIS tem a interface mais amigável entre todas as aplicações de BI. E mesmo Data Warehousing sendo o software que mais pede investimentos em infra-estrutura, portanto o de mais alto custo, ficou com o segundo lugar na preferência.

O setor de comunicação, dentro desta amostra, foi o maior consumidor de BI em 2001, graças às empresas de telecomunicações, que continuam suplantando as de mídia  e publicidade nos investimentos em tecnologia da informação. Em segundo lugar, finanças, mercado que é visto como conservador, mas muitas vezes pioneiro. Em BI, este segmento aplicou seus investimentos em ferramentas para beneficiar seus usuários finais. Manufatura, em 3º, também seguiu a regra de investir em tecnologia e, conseqüentemente, em soluções de BI, porém, segundo Gaia, ainda não enxerga todos os benefícios que pode aplicar com tais ferramentas, como utilizá-las para enxugar gastos de produção.

Sobre o modo de implantação, ou seja, como as empresas adquirem estes softwares, a maioria garantiu que optou pela compra integrada, com várias soluções de BI provenientes de um único fornecedor. Neste ponto, a grande surpresa foi que 26% afirmaram desenvolver suas próprias ferramentas de BI. "Eles aproveitam os recursos do Excel ou do Access para fazer cruzamentos de dados e estatísticas e denominam isso de business intelligence, achando até satisfatório, o que comprova o desconhecimento dos principais benefícios das soluções de BI", diz o analista.

Aos entrevistados restantes, que responderam não ter nenhuma aplicação de BI em suas empresas, perguntou-se então quais pretendiam investir nestas soluções: a maior parte afirmou que pretende fazê-lo até o final de 2002. Mas seguindo a tendência mundial, identificada por uma pesquisa da IDC Corp., um percentual expressivo já planeja implementar o software OLAP, que vem ganhando o espaço do EIS e do Data Mining, por já estar muito mais amigável, não exigir altos investimentos para sua aplicação e ainda agregar as funções destes dois últimos, já modelando e traçando relações.

Dos que não pretendem investir em BI, uma boa parcela diz que não vê justificativas para tal, pois ainda estão preocupados em adquirir soluções que lhe tragam retorno imediato, como ERP e CRM, por exemplo. Mas há muitos que admitem não conseguir ver as vantagens do BI ou ainda estão em estágio de estudo para a adoção de pelo menos uma das ferramentas.

O segmento de comércio, por exemplo, é uma das áreas que mais pode ser beneficiada por estas aplicações. A baixa adoção observada nesta pesquisa leva a crer que este segmento é de difícil penetração. Entretanto, as diferenças substanciais no porte das empresas do comércio devem ser levadas em conta já que a maior parte é constituída por pequenas e médias empresas e, portanto, não possuem recursos para investir numa aplicação. Porém, a maioria reconhece que um sistema de informações para mapear o comportamento dos seus clientes pode alavancar suas vendas.

Finalmente, perguntados sobre o mind share das empresas de BI, a curiosidade é que 9% dos pesquisados citaram pequenos fornecedores que não constavam da lista apresentada. Para a IDC Brasil este é um nível alto, pois são pouquíssimos vendors, mesmo entre os maiores, que atingem um percentual em mind share acima de 10%, o que sinaliza uma ótima oportunidade para as pequenas empresas que oferecem em seu portifólio estas ferramentas de análise corporativa mostrar os benefícios dos seus produtos.

"A maioria dos fornecedores de tecnologia tem como foco inicial as grandes empresas, atrás de vendas com maior volume e retorno. Mas, aí está uma situação em que um pequeno fornecedor, com uma solução simples e com custo de igual proporção, pode atingir uma boa fatia do mercado das pequenas e médias empresas", observa Gaia.

De acordo com esta pesquisa da IDC, os desenvolvedores de soluções específicas podem apresentar um melhor desempenho comparativamente a outros mercados. A recomendação é que, tanto os fornecedores de pacotes integrados quanto os de soluções específicas, realcem a funcionalidade e os benefícios de suas ferramentas.

"É muito importante que direcionem seus esforços em segmentos com campanhas que ressaltem casos de sucesso com as ferramentas de Business Intelligence, dentro de segmentos específicos, pois apesar de as empresas que já utilizam BI o fazerem pela oportunidade de conquistar uma melhor eficiência em seus negócios e na comunicação com o cliente, não conseguem ainda visualizar o potencial destas ferramentas para gerar vendas cross-selling e up-sellling", comenta Gaia.

Sobre a IDC Brasil
A IDC Brasil é subsidiária da International Data Corporation - IDC, líder mundial na elaboração de estudos de mercado e análises táticas e estratégicas para as indústrias de Tecnologia da Informação, telecomunicações e Internet. No Brasil, a IDC está presente desde 1990, tendo iniciado suas operações na condição de subsidiária em 1995.

Em: 27/09/2006



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