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Notícias

IDC Brasil traça as perspectivas dos investimentos em TI no segmento financeiro

A IDC Brasil acaba de concluir o estudo “Perspectivas do Segmento Financeiro no Brasil”, que mostra o panorama sobre os futuros investimentos do setor financeiro pós-SPB (Sistema de Pagamento Brasileiro) Esta pesquisa foi realizada com 90 empresas de grande e médio porte, sendo 30 bancos e o restante dividido entre empresas de previdência privada, seguradoras e administradoras de cartões de crédito. De acordo com Ivair Rodrigues, gerente de pesquisas de TI, apesar do sucesso da implantação do SPB em abril, os bancos estão cientes que ainda se encontrarão envolvidos no processo até agosto deste ano. “Eles ainda estão preocupados com o processo de integração que não está estável aos legados internos, ou seja, com os aplicativos não ligados ao sistema central”. 

A maioria dos entrevistados afirmou que pagou mais do que imaginava para o SPB e não sabe quanto custará todo o processo, pois ainda está investindo em ferramentas de segurança, integração, software de monitoração de ambiente, por exemplo. Este fator poderá comprometer outros investimentos prioritários em 2002. “Por outro lado, os bancos sabem que a concorrência irá aumentar ainda mais, e a solução de CRM é apontada como prioridade de investimentos nos próximos 12 meses”, diz Rodrigues.

Segundo o estudo, as seguradoras e empresas de previdência privada investiram muito pouco em tecnologia até 1996, e desde então, estão tendo de correr contra o tempo. O cenário mostra um grande contraste no nível tecnológico destas empresas, em que parte delas já utiliza tecnologia GPS para localização de carros e WAP para a equipe de corretores, e a outra parte constituída por empresas com estrutura de back-office obsoleta, muitas delas com sistemas de até 15 anos.

Concluindo, há um grande espaço para se investir neste setor, mas as empresas precisam entender o que vai acontecer com os bancos neste período pós-SPB e as diferenças existentes dentro desse segmento, como nas peculiaridades das seguradoras, empresas de previdência privada e administradoras de cartões de crédito, que são organizações completamente heterogêneas.

Esta pesquisa foi realizada com 90 empresas de grande e médio porte, sendo 30 bancos e o restante dividido entre empresas de previdência privada, seguradoras e administradoras de cartões de crédito. De acordo com Ivair Rodrigues, gerente de pesquisas de TI, apesar do sucesso da implantação do SPB em abril, os bancos estão cientes que ainda se encontrarão envolvidos no processo até agosto deste ano. “Eles ainda estão preocupados com o processo de integração que não está estável aos legados internos, ou seja, com os aplicativos não ligados ao sistema central”. 

A maioria dos entrevistados afirmou que pagou mais do que imaginava para o SPB e não sabe quanto custará todo o processo, pois ainda está investindo em ferramentas de segurança, integração, software de monitoração de ambiente, por exemplo. Este fator poderá comprometer outros investimentos prioritários em 2002. “Por outro lado, os bancos sabem que a concorrência irá aumentar ainda mais, e a solução de CRM é apontada como prioridade de investimentos nos próximos 12 meses”, diz Rodrigues.

Segundo o estudo, as seguradoras e empresas de previdência privada investiram muito pouco em tecnologia até 1996, e desde então, estão tendo de correr contra o tempo. O cenário mostra um grande contraste no nível tecnológico destas empresas, em que parte delas já utiliza tecnologia GPS para localização de carros e WAP para a equipe de corretores, e a outra parte constituída por empresas com estrutura de back-office obsoleta, muitas delas com sistemas de até 15 anos.

Concluindo, há um grande espaço para se investir neste setor, mas as empresas precisam entender o que vai acontecer com os bancos neste período pós-SPB e as diferenças existentes dentro desse segmento, como nas peculiaridades das seguradoras, empresas de previdência privada e administradoras de cartões de crédito, que são organizações completamente heterogêneas.

Em: 27/09/2006



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