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2001 apresenta recorde de terminais instalados de telefones fixos no país, indica estudo da IDC Brasil

Pesquisa acusa que planta brasileira é a maior da América Latina No ano passado, a telefonia fixa registrou o maior crescimento em número de terminais instalados de toda a história das telecomunicações em nosso país, segundo estudo “Brazil Local Telephony Market”, da IDC Brasil. Para se ter uma idéia, de fevereiro de 2001 a fevereiro de 2002, houve um aumento de 24% de toda a planta, ou seja, algo acima de nove milhões a mais de linhas instaladas.

O processo de expansão geográfica, aliado ao cumprimento das metas de universalização da Anatel, gerou um marco no mercado nacional: cerca de 38 milhões de telefones fixos em serviço (dados de fevereiro de 2002). “Os estímulos gerados pela privatização do setor fizeram com que a velocidade de crescimento da planta de telefonia fixa no Brasil se tornasse a maior dentre os demais países da América Latina, respondendo por 40% da planta total de toda a região”, diz João Bustamante, analista sênior de telecomunicações.

Atualmente, as linhas residenciais somam 73% do total em serviço; as direcionadas ao setor corporativo, incluindo tronco, detêm 23%; e os telefones públicos, 4%. A disputa no segmento residencial, a partir deste ano, tornou-se mais delicada, pois as concessionárias fizeram um atendimento maciço, satisfazendo praticamente toda a demanda que estava reprimida ao cumprirem e adiantarem o plano de metas da Anatel programado para 2003.

Mas com esta expansão, as operadoras deste mercado conheceram também o grave problema da inadimplência, já que estas prestadoras de serviço passaram a oferecer linhas telefônicas para uma fatia da população que não tinha condições financeiras para suportar gastos de R$ 20 mensais.  A situação destas prestadoras de serviços foi agravada pela  ausência de sistemas internos que permitissem reconhecer e solucionar rapidamente problemas de não pagamentos.

A IDC identificou como estratégia das novas concorrentes do setor a atuação direcionada para o segmento corporativo, bem como a conquista de clientes insatisfeitos, e rentáveis, com a sua atual operadora. “O caminho é adotar outras fontes de receitas, como os serviços de banda larga ADSL, VoIP, VPN, e planos alternativos para as pequenas e médias empresas, além de incentivar os serviços de 0800 e 0300, por exemplo”, comenta Bustamante.

Assim, a concorrência em telefonia fixa ainda não pode ser considerada como uma realidade no Brasil, mas começa a dar os primeiros passos em 2002 através da expansão geográfica das operadoras que estão saindo das suas áreas iniciais de atuação. É consenso geral que este processo deverá ocorrer com o menor investimento possível. De acordo com o estudo, as operadoras de telefonia fixa tinham, juntas, um orçamento de aproximadamente US$ 30,5 bilhões para serem investidos no Brasil no prazo de seis anos, compreendidos entre 2000 e 2006. Deste total, a maior parte já foi utilizada de 2000 para 2001, em função da urgência no cumprimento e adiantamento das metas de universalização e qualidade impostas pela Anatel.

Bustamante explica que, como a fase dos pesados investimentos em infra-estrutura de redes já foi superada, torna-se óbvia uma drástica redução nos aportes tecnológicos a partir de 2002. “Assim, algumas frações dos volumes restantes deverão ser concentrados na manutenção das redes e na implantação de novos serviços, os quais exigem investimentos bem inferiores aos realizados nos últimos anos. A expansão geográfica será efetuada em sua maioria através de parcerias e utilização da infra-estrutura de terceiros, proposta que já está sendo colocada em prática por algumas das principais operadoras brasileiras”. Uma nova onda de investimentos poderia ser trazida com a migração das redes atuais para redes NGN, mas estes investimentos estão sendo postergados em função da escassez de crédito no mercado versus o retorno esperado.

Quem ainda está de fora da disputa são algumas empresas autorizadas (espelhos), que deveriam estar proporcionando concorrência no mercado de massa, mas devido a uma série de dificuldades financeiras que enfrentaram no estágio inicial de suas operações aguardam o momento correto de divulgarem suas estratégias, como é o caso da Vésper. A operadora espelho das regiões 2 e 3 tem tentado disputar espaço com as grandes concessionárias (Telemar e Telefonica), instalando linhas e utilizando sistemas com tecnologias alternativas (WLL) que permitem um rápido início das operações.

Já a estratégia da GVT de atuar no segmento high end (Classes A e B e segmento corporativo) pode ser considerada bem interessante, uma vez que este é o segmento que gera a maior fatia das receitas e, portanto, o de maior valor financeiro.

O estudo mostra que chegamos a um momento onde o ciclo de evolução do serviço de telefonia fixa já alcançou a curva de maturidade no mercado brasileiro. A participação da receita deste serviço responde atualmente por mais de 24% da receita total do mercado de serviços de telecomunicações, e todas as prestadoras deste segmento específico têm consciência de que esta fatia deverá decrescer fortemente nos próximos períodos em função da concorrência e novos serviços. O grande desafio que as operadoras terão de enfrentar será o de impedir a natural queda de rentabilidade de um serviço que se tornou commodity, agregando outros que possam manter o seu nível de receita.

Além disso, a atual carga tributária também prejudica a evolução do setor. Uma possível redução por parte do Governo Federal poderia adiantar projetos de  investimentos em sistemas de billing, ERP e CRM para ajudar na identificação e configuração dos produtos e serviços ideais para atender as demandas de cada segmento do mercado.

O estudo integral ainda apresenta uma série de recomendações para as operadoras incrementarem suas receitas nos próximos anos; um item específico sobre a regulamentação (interconexão, unbundling, etc); fatores aceleradores e inibidores do mercado brasileiro; serviços pré-pagos; taxa de churn;, e um perfil individual de cada um dos grandes operadores do serviço fixo comutado no Brasil, com a avaliação de desempenho, estratégias, receitas, oportunidades e riscos, além da análise da IDC.

No ano passado, a telefonia fixa registrou o maior crescimento em número de terminais instalados de toda a história das telecomunicações em nosso país, segundo estudo “Brazil Local Telephony Market”, da IDC Brasil. Para se ter uma idéia, de fevereiro de 2001 a fevereiro de 2002, houve um aumento de 24% de toda a planta, ou seja, algo acima de nove milhões a mais de linhas instaladas.

O processo de expansão geográfica, aliado ao cumprimento das metas de universalização da Anatel, gerou um marco no mercado nacional: cerca de 38 milhões de telefones fixos em serviço (dados de fevereiro de 2002). “Os estímulos gerados pela privatização do setor fizeram com que a velocidade de crescimento da planta de telefonia fixa no Brasil se tornasse a maior dentre os demais países da América Latina, respondendo por 40% da planta total de toda a região”, diz João Bustamante, analista sênior de telecomunicações.

Atualmente, as linhas residenciais somam 73% do total em serviço; as direcionadas ao setor corporativo, incluindo tronco, detêm 23%; e os telefones públicos, 4%. A disputa no segmento residencial, a partir deste ano, tornou-se mais delicada, pois as concessionárias fizeram um atendimento maciço, satisfazendo praticamente toda a demanda que estava reprimida ao cumprirem e adiantarem o plano de metas da Anatel programado para 2003.

Mas com esta expansão, as operadoras deste mercado conheceram também o grave problema da inadimplência, já que estas prestadoras de serviço passaram a oferecer linhas telefônicas para uma fatia da população que não tinha condições financeiras para suportar gastos de R$ 20 mensais.  A situação destas prestadoras de serviços foi agravada pela  ausência de sistemas internos que permitissem reconhecer e solucionar rapidamente problemas de não pagamentos.

A IDC identificou como estratégia das novas concorrentes do setor a atuação direcionada para o segmento corporativo, bem como a conquista de clientes insatisfeitos, e rentáveis, com a sua atual operadora. “O caminho é adotar outras fontes de receitas, como os serviços de banda larga ADSL, VoIP, VPN, e planos alternativos para as pequenas e médias empresas, além de incentivar os serviços de 0800 e 0300, por exemplo”, comenta Bustamante.

Assim, a concorrência em telefonia fixa ainda não pode ser considerada como uma realidade no Brasil, mas começa a dar os primeiros passos em 2002 através da expansão geográfica das operadoras que estão saindo das suas áreas iniciais de atuação. É consenso geral que este processo deverá ocorrer com o menor investimento possível. De acordo com o estudo, as operadoras de telefonia fixa tinham, juntas, um orçamento de aproximadamente US$ 30,5 bilhões para serem investidos no Brasil no prazo de seis anos, compreendidos entre 2000 e 2006. Deste total, a maior parte já foi utilizada de 2000 para 2001, em função da urgência no cumprimento e adiantamento das metas de universalização e qualidade impostas pela Anatel.

Bustamante explica que, como a fase dos pesados investimentos em infra-estrutura de redes já foi superada, torna-se óbvia uma drástica redução nos aportes tecnológicos a partir de 2002. “Assim, algumas frações dos volumes restantes deverão ser concentrados na manutenção das redes e na implantação de novos serviços, os quais exigem investimentos bem inferiores aos realizados nos últimos anos. A expansão geográfica será efetuada em sua maioria através de parcerias e utilização da infra-estrutura de terceiros, proposta que já está sendo colocada em prática por algumas das principais operadoras brasileiras”. Uma nova onda de investimentos poderia ser trazida com a migração das redes atuais para redes NGN, mas estes investimentos estão sendo postergados em função da escassez de crédito no mercado versus o retorno esperado.

Quem ainda está de fora da disputa são algumas empresas autorizadas (espelhos), que deveriam estar proporcionando concorrência no mercado de massa, mas devido a uma série de dificuldades financeiras que enfrentaram no estágio inicial de suas operações aguardam o momento correto de divulgarem suas estratégias, como é o caso da Vésper. A operadora espelho das regiões 2 e 3 tem tentado disputar espaço com as grandes concessionárias (Telemar e Telefonica), instalando linhas e utilizando sistemas com tecnologias alternativas (WLL) que permitem um rápido início das operações.

Já a estratégia da GVT de atuar no segmento high end (Classes A e B e segmento corporativo) pode ser considerada bem interessante, uma vez que este é o segmento que gera a maior fatia das receitas e, portanto, o de maior valor financeiro.

O estudo mostra que chegamos a um momento onde o ciclo de evolução do serviço de telefonia fixa já alcançou a curva de maturidade no mercado brasileiro. A participação da receita deste serviço responde atualmente por mais de 24% da receita total do mercado de serviços de telecomunicações, e todas as prestadoras deste segmento específico têm consciência de que esta fatia deverá decrescer fortemente nos próximos períodos em função da concorrência e novos serviços. O grande desafio que as operadoras terão de enfrentar será o de impedir a natural queda de rentabilidade de um serviço que se tornou commodity, agregando outros que possam manter o seu nível de receita.

Além disso, a atual carga tributária também prejudica a evolução do setor. Uma possível redução por parte do Governo Federal poderia adiantar projetos de  investimentos em sistemas de billing, ERP e CRM para ajudar na identificação e configuração dos produtos e serviços ideais para atender as demandas de cada segmento do mercado.

O estudo integral ainda apresenta uma série de recomendações para as operadoras incrementarem suas receitas nos próximos anos; um item específico sobre a regulamentação (interconexão, unbundling, etc); fatores aceleradores e inibidores do mercado brasileiro; serviços pré-pagos; taxa de churn;, e um perfil individual de cada um dos grandes operadores do serviço fixo comutado no Brasil, com a avaliação de desempenho, estratégias, receitas, oportunidades e riscos, além da análise da IDC.

Em: 27/09/2006



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