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Notícias

Como anda o setor bancário no país

A IDC Brasil traçou um panorama minucioso do setor bancário, identificando, atualmente 191 bancos estabelecidos em nosso país, dos quais 70 são estrangeiros, 18 governamentais e 103 privados nacionais

Através do estudo “Perspectivas do Segmento Financeiro no Brasil”, que foi elaborado a partir de pesquisas com 30 bancos de grande e médio porte após o evento do SPB (Sistema de Pagamento Brasileiro), apurou-se que, desde 1997, houve uma redução de 14% no número de bancos no Brasil, além de uma queda de 25% da mão-de-obra empregada pelo setor, que pode ser explicada pela redução da quantidade de bancos por fusões, incorporações e liquidações, pela racionalização dos serviços e da intensa terceirização de atividades e da automação dos sistemas. “A utilização intensiva de tecnologias complexas e a oferta de serviços mais sofisticados exigiram um quadro de funcionários reduzido, embora melhor preparado”, explica Ivair Rodrigues, gerente de pesquisas da área de TI.

De acordo com o estudo, o futuro dos bancos, principalmente depois do SPB, está na aproximação do mercado de capitais e lançamento de produtos e serviços, através de suas agências, lotéricas, padarias, açougues e outros agentes. Deste modo, haverá maior integração entre banco e cliente, com a disseminação de ferramentas de fluxo de caixa a fim de gerar uma maior informatização dos processos nas empresas.

Investimentos em TI nos Bancos com o início do SPB
Apesar do sucesso do SPB em abril, houve muito desgaste na implantação do sistema, quando ocorreram diversos problemas com a integração e escalabilidade das máquinas, por exemplo. Rodrigues diz que o número de transações via SPB permanece pequeno e os bancos continuam preocupados com o processo de integração, que não se encontra estável em relação aos legados internos. A previsão é que estarão envolvidos com isso até setembro.

A maioria dos entrevistados, que admitiu frustração ante o projeto, afirmou que pagou mais do que planejava ao SPB e ainda não sabe quanto custará todo o processo, uma vez  que continuam investindo em ferramentas de segurança, integração, software de monitoração de ambiente, etc. Isto pode comprometer outros investimentos prioritários de 2002.

Investimentos em TI pós-SPB
Segundo a pesquisa, os bancos reconhecem que a concorrência irá aumentar e apontam a solução de CRM (Customer Relationship Management) como prioridade de investimentos nos próximos 12 meses para a conquista e retenção de clientes.

A estratégia será aliar a tecnologia com baixo custo operacional, flexibilidade, rapidez e qualidade. A IDC Brasil apurou que os bancos estão atentos à uniformização do parque instalado, pois necessitam diminuir o custo operacional da área de TI. O segmento não quer mais manter diversos sistemas e máquinas diferentes, que criam problemas de conectividade ou relacionamento.

A área de automação já representa 75% do total das transações realizadas pelos clientes do setor bancário, enquanto que as operações realizadas com intervenção de funcionários nas agências ou por telefone passaram a representar apenas 25%. O horário de atendimento nas agências condiciona um menor volume de serviços prestados aos clientes, que, por sua vez, utilizam-se cada vez mais dos canais disponíveis em períodos mais amplos, muitos em tempo integral.

Por isso, esclarece Rodrigues, soluções que garantam a segurança das operações pela Internet - e o incentivo cada vez maior do uso desta ferramenta - continuam como questão primordial  para os bancos, apontada na pesquisa como prioridade de investimentos por 23% dos entrevistados. “Enquanto uma transação no caixa da agência tem para o banco o custo R$ 1,20, no caixa automático o valor cai para R$0,27. Pela Internet, apenas R$0,10”.

Sobre a IDC Brasil
A IDC Brasil é subsidiária da International Data Corporation – IDC, líder mundial na elaboração de estudos de mercado e análises táticas e estratégicas para as indústrias de Tecnologia da Informação, telecomunicações e Internet. No Brasil, a IDC está presente desde 1990, tendo iniciado suas operações na condição de subsidiária em 1995. As informações de mercado que a IDC Brasil fornece desempenham papel fundamental no planejamento de negócios, no gerenciamento de produtos e na elaboração de estratégias das empresas fornecedoras de tecnologia do país.

Através do estudo “Perspectivas do Segmento Financeiro no Brasil”, que foi elaborado a partir de pesquisas com 30 bancos de grande e médio porte após o evento do SPB (Sistema de Pagamento Brasileiro), apurou-se que, desde 1997, houve uma redução de 14% no número de bancos no Brasil, além de uma queda de 25% da mão-de-obra empregada pelo setor, que pode ser explicada pela redução da quantidade de bancos por fusões, incorporações e liquidações, pela racionalização dos serviços e da intensa terceirização de atividades e da automação dos sistemas. “A utilização intensiva de tecnologias complexas e a oferta de serviços mais sofisticados exigiram um quadro de funcionários reduzido, embora melhor preparado”, explica Ivair Rodrigues, gerente de pesquisas da área de TI.

De acordo com o estudo, o futuro dos bancos, principalmente depois do SPB, está na aproximação do mercado de capitais e lançamento de produtos e serviços, através de suas agências, lotéricas, padarias, açougues e outros agentes. Deste modo, haverá maior integração entre banco e cliente, com a disseminação de ferramentas de fluxo de caixa a fim de gerar uma maior informatização dos processos nas empresas.

Investimentos em TI nos Bancos com o início do SPB
Apesar do sucesso do SPB em abril, houve muito desgaste na implantação do sistema, quando ocorreram diversos problemas com a integração e escalabilidade das máquinas, por exemplo. Rodrigues diz que o número de transações via SPB permanece pequeno e os bancos continuam preocupados com o processo de integração, que não se encontra estável em relação aos legados internos. A previsão é que estarão envolvidos com isso até setembro.

A maioria dos entrevistados, que admitiu frustração ante o projeto, afirmou que pagou mais do que planejava ao SPB e ainda não sabe quanto custará todo o processo, uma vez  que continuam investindo em ferramentas de segurança, integração, software de monitoração de ambiente, etc. Isto pode comprometer outros investimentos prioritários de 2002.

Investimentos em TI pós-SPB
Segundo a pesquisa, os bancos reconhecem que a concorrência irá aumentar e apontam a solução de CRM (Customer Relationship Management) como prioridade de investimentos nos próximos 12 meses para a conquista e retenção de clientes.

A estratégia será aliar a tecnologia com baixo custo operacional, flexibilidade, rapidez e qualidade. A IDC Brasil apurou que os bancos estão atentos à uniformização do parque instalado, pois necessitam diminuir o custo operacional da área de TI. O segmento não quer mais manter diversos sistemas e máquinas diferentes, que criam problemas de conectividade ou relacionamento.

A área de automação já representa 75% do total das transações realizadas pelos clientes do setor bancário, enquanto que as operações realizadas com intervenção de funcionários nas agências ou por telefone passaram a representar apenas 25%. O horário de atendimento nas agências condiciona um menor volume de serviços prestados aos clientes, que, por sua vez, utilizam-se cada vez mais dos canais disponíveis em períodos mais amplos, muitos em tempo integral.

Por isso, esclarece Rodrigues, soluções que garantam a segurança das operações pela Internet - e o incentivo cada vez maior do uso desta ferramenta - continuam como questão primordial  para os bancos, apontada na pesquisa como prioridade de investimentos por 23% dos entrevistados. “Enquanto uma transação no caixa da agência tem para o banco o custo R$ 1,20, no caixa automático o valor cai para R$0,27. Pela Internet, apenas R$0,10”.

Sobre a IDC Brasil
A IDC Brasil é subsidiária da International Data Corporation – IDC, líder mundial na elaboração de estudos de mercado e análises táticas e estratégicas para as indústrias de Tecnologia da Informação, telecomunicações e Internet. No Brasil, a IDC está presente desde 1990, tendo iniciado suas operações na condição de subsidiária em 1995. As informações de mercado que a IDC Brasil fornece desempenham papel fundamental no planejamento de negócios, no gerenciamento de produtos e na elaboração de estratégias das empresas fornecedoras de tecnologia do país.

Em: 27/09/2006



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