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Artigo 1.692 - A tecnologia e o remarketing: como converter mais, por Fátima Bana
Fátima Bana

Os números de conversão no varejo online ainda são muito pequenos. Mesmo com grande quantidade de acessos, a conversão quase nunca acompanha o crescimento. Há muitos carrinhos abandonados, e sites também, além de muitas outras variáveis que fazem o cliente sair da loja sem comprar.

As campanhas com foco direto costumam dar certo. Os anúncios dirigidos, por exemplo, podem aparecer em banners, em sites e blogs (afiliados), e funcionam quando o cliente passou e não comprou, mas ainda está dentro da sua rede. No caso das redes sociais, podemos pagar por anúncios dirigidos e escolher o público alvo, e esses anúncios vão aparecer na linha do tempo dos nossos clientes potenciais, e com a ajuda da tecnologia podemos continuar o rastreio que começou no portal, seguindo pelas redes sociais.

Também temos o e-mail mkt para esse caso. Existem diversas empresas que comercializam ferramentas para esse tipo de remarketing, e que vão monitorando o cliente desde a entrada no site até a abertura do e-mail. Conseguimos ver a performance desse tipo de ação em tempo real. Aí, podemos usar cupons de desconto, ou ainda propor outros produtos similares, que muitas vezes estão com melhor preço e o cliente ainda não viu dentro do site, antes de migrar para a concorrência.

Hoje, já há formas praticamente infinitas para personalizar o anúncio, e devemos dividir a nossa audiência em "clusters". Por exemplo: Grupo Heavy – que são os consumidores que compram produtos x, quase todas as semanas; Grupo Plenos, que entram uma vez por semana, e colocam produtos y no carrinho. O ideal é o que o sistema cruze os dados, como onde o cliente clicou, onde o mouse parou por mais tempo, ou quais as palavras digitadas. Podemos, e devemos, dividir os consumidores em varias categorias, e assim enviamos e-mails mais assertivos, que conversam melhor com o consumidor.

Não podemos esquecer de um ponto importante em toda essa perseguição ao cliente perdido. A empresa americana Adroit fez uma pesquisa, e 3 em cada 5 consumidores online já perceberam que são perseguidos por anúncios na internet.

A maioria ainda não se importa (60%); e 30% gostam quando descobrem que estão sendo "assistidos"durante suas compras.

Mesmo assim, o bombardeio de anúncios irrita, e devemos saber até onde ir. Isso também depende do tempo de "latência" da sua compra. Por exemplo, para pacotes turísticos, sabemos que o tempo de latência é bem maior que os de bens de consumo. E o principal, devemos monitorar os resultados.

De acordo com a consultoria americana ABI Research, 54% dos profissionais tem dificuldade em entender os dados online. Vale se debruçar sobre o assunto e aproveitar todo o conteúdo grátis que aparece na internet, apresentações de congressos, e usar sua agência.

Como eu sempre digo, marketing online é feito todos os dias. Os relatórios são necessários e devemos ter planejamento de curto, médio e longo prazo. O importante é monitorar o dia a dia e verificar o sucesso das campanhas. O olho do gestor faz a diferença no cotidiano.

Boas vendas!

Publicado em: 07/02/2014

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