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Artigo 1.473 - Gestão de risco está na base do mercado digital, por Lincoln Morato
Lincoln Morato

Comprar e vender pela internet é uma realidade sem volta no Brasil. Com o aumento do acesso à rede e consequentemente, do número de e-consumidores, a taxa média de crescimento do setor chega a cerca de 30% ao ano. Só em 2012, as vendas do varejo on-line devem fechar na faixa dos R$ 22,5 bilhões, segundo dados da eCommerce.Org.

Empreender na economia digital exige uma estrutura rigorosa, desde a construção do site de vendas, da criação de estratégias de marketing, da logística de entrega de produtos, até as formas de pagamento, que prevê um ecossistema de prestadores de serviços. Sem falar no atendimento pós-venda. Portanto, é preciso um planejamento criterioso.

Nesse panorama de otimismo, porém, o grande temor do varejo eletrônico continua sendo as fraudes, sendo a mais comum delas o estorno (chargeback), ou seja, a compra é cancelada quando o cartão é roubado ou clonado, ou mesmo quando o comprador não reconhece a compra agindo de má fé. Fraudes podem ocorrer, assim, é fundamental o gerenciamento de riscos.

De acordo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, há uma série de mecanismos que pode ser utilizada para evitar as fraudes, como a black list, ou seja, uma lista de consumidores com restrição de crédito ou que já praticaram alguma fraude. Existem empresas que fazem análise de risco a partir da entrada da transação no sistema do lojista, no momento em que o consumidor insere seus dados. Por meio de critérios pré-estabelecidos, o serviço fornece quase que instantaneamente uma classificação do comprador, que o lojista pode aceitar ou não.

Se por um lado, a análise de dados deve ser rápida para que o cliente se sinta bem atendido e estabeleça um relacionamento com o lojista, por outro, investir nesses sistemas certamente traz a solução para a segurança do lojista. O cuidado no trato de pedidos rejeitados pode ser um diferencial, se em um contato direto o fator de risco puder ser solucionado. Afinal, dependendo do porte do negócio, uma fraude pode quebrar o empreendedor.

Publicado em: 15/01/2013

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